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Liderança - A chave do seu sucesso

LIDERANÇA - a chave do seu sucesso

PARTE I

Quando se fala em Liderança logo surge uma questão. Qual a diferença entre o LÍDER e o GERENTE? Muitas respostas. Uma só lição. O líder tem SEGUIDORES; o gerente tem SUBORDINADOS.

Não existe o cargo de líder. O de gerente sim. Seguidores seguem pessoas, não cargos. Apesar de se falar tanto da importância da liderança nas empresas, não se vê nos organogramas o cargo de líder. Sempre vemos os cargos de gerente, diretor, supervisor, técnico, etc. Por quê? Porque a liderança é um processo dinâmico e não algo estático. É comum observar durante um projeto que a liderança é exercida por mais de uma pessoa, ao mesmo tempo ou em momentos distintos, independente do cargo que ocupam.

Sem seguidores o líder não consegue realizar nada por si só. O líder precisa inspirar a confiança nas pessoas de forma que elas desejem segui-lo.
Vejam o exemplo de um timoneiro de um barco de regatas. O líder, embora não tenha o esforço de remar, é o responsável por manter o ritmo e fazer com que todos remem ao mesmo tempo. Sem ele cada um remaria em seu próprio ritmo e não saberia se os outros o acompanham. O resultado seria muita desordem, no mínimo. Os remadores colocam a confiança no líder, de forma que eles sabem que se remarem no ritmo marcado pelo líder, não vão ter problemas.

As pessoas seguem pessoas, não os cargos. Podemos até obedecer à autoridade formal de um cargo, mas seguir é um ato voluntário.

O gerente pode ser líder, mas o líder não precisa ser gerente. Nem todos os líderes são gerentes. Isto é muito importante, pois nos acostumamos a confundir uma coisa com a outra. Quantos de nós já não tivemos a oportunidade de liderar projetos sem ser gerentes ou sem ter poder de comando, formalmente estabelecido? Grandes líderes como Jesus Cristo, Ghandi e o Papa João Paulo II, não tinham o poder de comando e, no entanto, foram a expressão da verdadeira liderança. As pessoas os seguiram e respeitaram voluntariamente, mesmo aqueles que não professavam da mesma crença.

Para muitos a liderança assusta. A liderança traz consigo uma grande responsabilidade para com os outros. Quando guiamos alguém para um determinado lugar, é de nossa responsabilidade fazer isso da melhor forma possível e com a menor perda possível. As pessoas depositam a sua confiança no líder e na sua visão. Nada pode falhar. Nem sempre estamos dispostos e preparados para isso. Precisamos nos preparar para sermos líderes, se queremos crescer.

Líderes como Roberto Marinho, Lula, Hermírio de Morais, Kennedy, são nomes de personalidades que se destacaram ou se destacam pelas realizações e influência exercida. É comum pensarmos neles como um parâmetro elevado de liderança e dizemos para nós mesmos: “Não tenho as mesmas condições dessas pessoas. Elas são especiais. Esse negócio de liderança não é para mim”. Esquecemos, no entanto, que esses nomes são apenas alguns exemplos conhecidos por todos. Não nos lembramos que a todo o momento, nas empresas e na sociedade, temos pessoas com as mesmas características deles. Pessoas que nem sequer têm muita educação acadêmica, que vivem todas as dificuldades do dia-a-dia, mas que são líderes, tanto quanto essas grandes personalidades.

Conhecem a história da trajetória de um vendedor de balas e doces nas ruas do Rio de janeiro? Hoje, tem um próspero negócio de consultoria. O que ele tinha. Uma visão e muita vontade de realizar. Foi um empreendedor e hoje lidera outras pessoas a fazer o mesmo. Muitas vezes os seus antigos clientes.

Se nós também queremos liderar, não precisamos esperar o momento em que vamos ser chefes. Podemos começar já a nos capacitar. É isso mesmo. Liderança é algo que se aprende a fazer.


PARTE II


Liderar implica em relacionamento. O líder precisa se relacionar com os seus liderados. Precisa estar perto deles e conhecer as suas necessidades e sonhos. Quanto mais presente o líder se fizer, mais facilmente conseguirá criar um relacionamento com os seus liderados e maior confiança eles terão nele.

O Líder guia para o futuro. O líder é aquele que tem uma visão clara do futuro. Sabe o que quer alcançar e sabe que precisa das pessoas para isto. O seu papel é o de conseguir mostrar e entusiasmar as pessoas com a sua visão do futuro, para que elas aceitem segui-lo. O líder direciona as pessoas para um futuro determinado.

O Líder mobiliza, motiva e compartilha. O Líder faz as pessoas quererem. O líder mobiliza as pessoas em torno de uma visão, de um projeto. Ele ajuda no processo de motivação das pessoas, ajudando-as a compreender a importância de cada um e do time durante o caminho a percorrer. Ele compartilha continuamente a visão do futuro, chama os seguidores a participarem das decisões e os encoraja com os progressos. O Líder faz as pessoas querem algo tanto quanto ele. Não é a recompensa que motiva e sim o desafio de atingir um objetivo. Vejam o exemplo de serviços de voluntariado. As pessoas sabem que não terão recompensa material e o Líder também sabe que não pode oferecer algo em troca. O que motiva é saber que o líder os está conduzindo para algo que interessa e dá satisfação.

A diferença entre FAZER e QUERER FAZER. Qual a diferença entre fazer e querer fazer? Podemos FAZER muitas coisas simplesmente porque sabemos que temos de as fazer. Seja por que nosso chefe mandou, seja porque, tacitamente, sabemos que é bom para nós, que são coisas que precisam ser feitas. Fazemos essas coisas sem prazer. Fazemos por obrigação. QUERER FAZER é outra coisa. Estamos dispostos a nos empenharmos ao máximo para conseguir atingir a algum objetivo. O Líder faz exatamente isto. Ele nos envolve e compartilha uma visão de tal forma que também nós queremos alcançar aquela visão.

Os modelos de gestão ultrapassados remetem ao imobilismo. Os modelos de gestão são um dos principais fatores para inibir a liderança. Desde 100 anos atrás se fala em pirâmide organizacional, escala de comando, hierarquia, topo e base da pirâmide (os de cima decidem e os de baixo executam), etc. Toda essa teoria de organização acabou por criar a idéia de que há os que mandam e há os que obedecem, quem decide e quem executa, quem pensa e quem faz. Por coincidência, quem decide, quem manda e quem pensa sempre estão no alto da pirâmide. Sempre são protegidos por cargos cheios de autoridade a quem todos devem obedecer. Se assim é, então nos resta apenas calar e esperar. Quem sabe, um dia chegaremos lá para poder mandar também. Esta cultura nos deixa paralisados, imóveis. Felizmente, esta cultura organizacional está começando a mudar e com isso as pessoas estão reassumindo o seu papel de líderes, sem se importar com o nível do seu cargo.

Você, já percebeu esta mudança? Já começou a desenvolver as competências de liderança? Já tem, na sua empresa, exemplos de quem está fazendo isto?

Ser Líder significa romper barreiras, paradigmas, sair da “coisa comum”, imediatismo, capacidade de adaptação, aprender e crescer. O líder é sempre alguém que quer ir além. Quem não é assim? Quem prefere ficar para trás? Quem gosta de ver os outros seguirem em frente e ficar parado? Acredito que ninguém. Isto significa que todos têm em si a semente da liderança.

Olhem as crianças e jovens. Nunca estão satisfeitos com o presente. Sempre querem chegar ao futuro, querem fazer coisas novas e diferentes, querem saber mais, aprender e querem crescer. Os líderes comportam-se da mesma forma que as crianças e jovens.

Ter uma grande vontade em alcançar algo e fazer de tudo para chegar lá não significa ser frio e calculista, que não respeita os outros e arrisca de forma irresponsável e, se tiver que haver perda, que sejam os outros a perder. Muitas vezes vemos este cenário como sendo a forma da atuação da liderança, quando na verdade, o líder autêntico, é extremamente preocupado com os outros e o seu bem estar. Arrisca tudo o que pode para alcançar o sucesso mas somente o faz se isto permitir que todos cheguem ao sucesso também. O sucesso não lhe pertence. Pertence a todos.

Um dos grandes mitos é que a liderança é um DOM. E, se assim é, não há nada que possamos fazer se não nascemos com ele. Desde a escola vemos os líderes como aqueles que são mais extrovertidos, mais faladores, que impõem a sua vontade (muitas vezes pela intimidação). Na verdade são apenas características secundárias dos líderes. Nem todos os líderes têm essas características. Vejam, novamente, os exemplos de Jesus Cristo e Ghandi. Não eram nem um pouco extrovertidos e nem impunham a sua vontade. No entanto foram dois dos maiores líderes de que se tem notícia.

Liderança pode ser apreendida e desenvolvida. Basta querer e correr atrás.

Cada vez mais as pessoas estão se dando conta de que o líder não é aquele que tem o poder de controle (seja um poder concedido ou conquistado). O líder é aquele que serve aos outros, que apóia os outros, que pensa sempre nos outros em primeiro lugar. O QUE ISTO SIGNIFICA? Significa que o líder tem absoluta consciência de que sozinho ele não chega a parte alguma. Que sem compartilhar e encorajar as pessoas não há comprometimento e nem ação construtiva e, principalmente, que o sucesso alcançado é para todos e não para si. Vejamos o exemplo do nosso grande técnico de voley. O Bernardinho. Ele é reconhecido por todos como líder. Tudo faz para alcançar os objetivos. Encoraja e cobra a todos pelo empenho e entusiasmo necessário e considera que o resultado é sempre da equipe, não dele. Quando a vitória final vem, ele não sai dizendo que eu fiz, eu conquistei, eu sou o responsável. Pelo contrário. Ele sempre diz: o resultado é da equipe, a equipe fez, a equipe alcançou. Ele mesmo, costuma “sair de fininho” e deixa que a glória e as câmeras elevem os seus jogadores. Por outro lado, quando o resultado não é positivo, ele é o primeiro a assumir a culpa por tudo, ao invés de a colocar nos ombros dos seus jogadores.

O Líder pode estar em qualquer nível da organização? Mais uma velha pergunta. Claro que sim. Se liderar nada tem a ver com poder ou hierarquia, os líderes podem estar em qualquer nível da organização.

Pense no futuro. O Líder sempre pensa no futuro. O passado não pode mais ser mudado. O futuro pode ser construído. Se queremos ser líderes, precisamos começar logo a nos preparar e a olhar o mundo de forma a visualizar as oportunidades que o futuro pode trazer. Pergunte-se. Como o mundo será daqui a 5, 10 anos? O que eu quero estar fazendo daqui a 5 anos, 10 anos? O que eu preciso fazer para me preparar? Quem vai me ajudar (quem será o meu mentor, guia, conselheiro)? Que projetos posso empreender?

O objetivo da liderança. Antes de pensar no sucesso financeiro, o líder pensa no resultado do seu trabalho e dos que o seguem. O líder pensa no processo de desenvolvimento e crescimento que ajudou a criar, nos benefícios para a equipe e para a sociedade, auferidos pela sua atuação e da equipe; pensa na saúde da organização que ajudou a desenvolver, etc. O sucesso financeiro, necessário, é decorrência das ações tomadas durante o percurso.

A visão de longo prazo. O processo de desenvolvimento das competências da liderança não ocorre do dia para a noite. Há que ter muita persistência e vontade de se tornar um líder. Tem muito que aprender e muito a colocar em prática. O resultado, se a pessoa fizer tudo com naturalidade e honestidade, vem a longo prazo. Você saberá que chegou lá quando os outros virem em você um líder.

Qual o caminho?

Adapte-se. Como tudo requer o seu tempo, e a liderança e os seus resultados somente são alcançados no longo prazo, a pessoa precisa se acostumar com a idéia de que o mundo muda continuamente e os líderes, assim como qualquer um, precisam se adaptar às mudanças do meio. Isto não significa que as pessoas tenham que trair os seus próprios valores mas que devem compreender e respeitar as mudanças. Fazer com que as suas competências sejam continuamente desenvolvidas para acompanharem a evolução do mercado e dos tempos. Isto quer dizer que um líder do passado tem assegurado o seu sucesso hoje ou no futuro se souber, continuamente, se adaptar à nova realidade. Se não souber se adaptar aos tempos o líder perderá o poder de encantar e inspirar as pessoas. Mas lembre-se. Não existe apenas um perfil de líder e nem os líderes de hoje são iguais aos do passado e nem serão os mesmos do futuro.

O desafio da liderança é seu. O desfio da liderança é de cada um de nós, se queremos realmente ser líderes. Reclamamos muito do comportamento e das atitudes dos outros. Sempre que vimos algo errado acontecer, seja na empresa, no governo ou em qualquer lugar, sempre reclamamos e dizemos: “eles não fazem nada...”, “não há lideranças...”, etc. Precisamos tomar para nós a responsabilidade por fazer acontecer, liderando os processos e as mudanças que precisam ser feitas. O Líder nunca deixa para os outros o ônus da responsabilidade. Ele “arregaça as mangas” e segue em frente.

Assuma as rédeas do processo. Só você pode determinar o que será o seu futuro. Assuma o controle do seu rumo e trabalho para que os seus desejos e projetos se realizem.

Desafiar o estabelecido. Se as coisas não estão caminhando de acordo com os seus objetivos, assuma o controle das mudanças necessárias para colocar as coisas no caminho certo. Não espere que os outros façam por você. Procure oportunidades desafiadoras para mudar, crescer, inovar e melhorar. Arrisque e aprenda com os próprios erros e os dos outros.

Inspirar uma visão compartilhada. Imagine o futuro. Algo que seja grande o bastante para te desafiar, mas também algo que seja factível.

Estabeleça objetivos intermediários. Consiga o apoio de que necessita (um mentor). Estabeleça objetivos intermediários que te digam se o caminho está certo e antecipar o sentimento de satisfação pela coisa realizada.

Permitir que os outros ajam. Fortaleça os seus relacionamentos em todas as instâncias e meios. Incentive e colabore com os objetivos dos outros (o líder não é egoísta, lembre-se).

Apontar o caminho. Estabeleça um exemplo de liderança o qual gostaria de seguir. Pode ser qualquer pessoa, famosa ou não. Saiba identificar as vitórias na sua caminhada e comemore-as. Mas saiba também reconhecer o fracasso e mude tudo, se necessário. Estabeleça compromissos consigo mesmo.

Encorajar o coração. Você é o maior responsável pelo seu crescimento e processo de amadurecimento da liderança. Motivação é algo que vem do prazer do que estamos fazendo. Se não tiver prazer no que se está fazendo e no caminho escolhido, volte ao início. Sem prazer não há motivação e o sucesso nunca será uma realidade.

Aprender com os erros e enfrentar e assumir riscos. O risco de errar e fracassar é uma realidade. Dependendo da ação empreendida, o fracasso pode significar o emprego perdido, investimento não recuperado e mesmo a própria vida. No entanto o erro é uma das melhores formas de aprendizado. Sem ele, muitas vezes o sucesso é impossível. Se não dermos às pessoas a chance de errar, como elas podem se arriscar para conseguir coisas novas. O mesmo ocorre conosco. Se não nos arriscamos a errar nunca faremos nada diferente do que já fazemos. Não progredimos. Tentativa e erro é parte do processo de aprendizagem. Quantas vezes você caiu da bicicleta até aprender? Se tivesse desistido na primeira queda não teria havido aprendizado.

Fortalecimento psicológico. Exercer a liderança sobre nós mesmos e sobre os outros pode nos trazer angústia e preocupação além do que podemos suportar. O nosso objetivo não deve ser baixar os níveis da ansiedade e nem da preocupação e sim nos preparamos para entender que essas questões são parte natural do processo da liderança. Devemos nos acostumar com a idéia de que são inerentes ao processo e isso não vai nos matar. Do contrário sofreremos mais e teremos uma grande tendência para desistir, para a acomodação.

Encarar a mudança como aspecto positivo. A mudança, embora possa representar um momento em que estamos vulneráveis, por estarmos fora de nossa zona de conforto, deve ser encarada como uma oportunidade e não como uma ameaça. Nós podemos controlar a mudança, se quisermos. Ou será que preferimos que as mudanças nos controlem? Para isso precisamos saber para onde vamos, saber como controlar os passos da mudança e saber lidar com eventuais fracassos.

Ser audacioso. “Quem deseja alcançar resultados diferentes usando os mesmos métodos, é, no mínimo, um tonto”. É isso que nos diz um velho provérbio chinês. Antes de mais nada precisamos fazer uma análise de onde queremos chegar e quais as forças que nos ajudam e os impedem. Depois devemos planejar a caminhada. Mas para colocar em prática o plano, precisamos de compromisso, controlarmos o que fazemos e estabelecermos objetivos que estejam ao nosso alcance, para não criar desmotivação pelas nossas limitações do momento.

Fazer acontecer. Quem muda se não for obrigado a isso? Quem realiza algo diferente se não for colocado à prova? Normalmente, quando estamos em ambientes seguros e estáveis temos a tendência de permanecermos imobilizados. Ao contrário, se o ambiente se agita e ficamos em perigo somos levados a tomar atitudes que normalmente não tomaríamos. É nestes momentos que crescemos e que fazemos acontecer. Para fomentarmos em nós as características de liderança funciona da mesma forma. Seja por inconformismo pessoal ou por necessidades no trabalho, somos incentivados a desenvolver a liderança como uma ferramenta de gestão pessoal e/ou dos outros. Se tivermos esta consciência, podemos agir mesmo em período de calmaria, tornando as nossas ações menos arriscadas e sofrer menos pressão.
Reconhecer os medos. Ter medo do novo é absolutamente natural. O que os líderes fazem diferente dos outros é que enfrentam o medo e se preparam para encontrar oportunidades no novo. O medo, esse sempre estará lá. Há quem diga que o medo é essencial à vida. Sem ele, nos colocaríamos em posições de risco de vida a todo o momento. Os valentes também têm medo, mas sabem dominá-lo. Os covardes se encolhem e param.

Enxergar as oportunidades. Para ser líder tem que se estar constantemente identificando novas oportunidades. Para isso temos que estar muito atentos aos sinais do ambiente. São eles que nos apontam as oportunidades. Pensar em algo sem estar atrelado à realidade é somente ter idéias e não visualizar oportunidades. Vejam o caso do Cadê (site brasileiro de buscas na internet), depois vendido por uma fortuna para o Yahoo. E agora o Google. Vale US$ 81 bi, mais do que Disney e Time Warner. Isto é um exemplo de enxergar oportunidades futuras. Quando eles começaram muitos não viram a oportunidade e riram.

Imaginar o futuro e construir Cenários. Imaginar o futuro é ir além da oportunidade. É tentar visualizar como a oportunidade vai se materializar. O Líder previdente, antes de começar a sua caminhada em direção à sua visão, procura construir mais de um cenário possível, a fim de poder se preparar para as mudanças externas que possam vir pela frente, as quais ele não possa controlar totalmente.

Buscar a excelência. A excelência é primordial em tudo o que fazemos. Se queremos ser líder temos que fazer esforço para sermos os melhores. Precisamos estar sempre atentos aos sinais do meio, precisamos nos atualizar constantemente, precisamos melhorar as nossas competências e desenvolver novas, precisamos praticar a liderança.

Compromisso com o futuro. O líder é antes de mais nada alguém voltado para o futuro e que busca novas oportunidades para si e para os seus liderados. Por isso você tem que investir muito do seu tempo pensando estrategicamente no futuro. As ações do presente são decorrência de algo que já foi pensado anteriormente. Se quer fazer a diferença, planeje o futuro.

Consciência do passado e do presente. O passado e o presente não devem ser desprezados. Pelo contrário. É deles que tiramos as lições sobre o que deu certo e errado e nos orientamos para novas soluções.

Então? O que você está esperando?

 

Nuno Marques

Sócio-diretor NW Consultoria

Consultor de RH

 

 

 
 
 
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